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terça-feira, 29 de julho de 2014
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Nelson Mandela e os Direitos Humanos no Curta Na Escola
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PARA REFLETIR!
Um olhar sobre o machismo e as consequências em saúde para militantes negras
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Sabemos que a imagem de mulher negra forte é uma máscara que contribui para nos levar á loucura
Opal Palmer Adisa
Que o movimento de mulheres negras se constitui no mais exitoso e atuante do planeta Sueli Carneiro nos ensina, e este ano de 2013 foi marcado pela conquista de reivindicações históricas, a citar a Emenda Constitucional nº 72, a qual consagrou dignidade e direitos no espaço doméstico às milhares de Laudelinas de Campos e Creuzas Oliveiras.
Assisti à habilidade das organizações das mulheres negras para garantir as condições de governança e governabilidade da Secretaria Especial de Promoção de Políticas para a Igualdade Racial. Vi Ana Claudia Pacheco lançar seu livro Mulher Negra: afetividade e solidão e o saber de Valdeci Nascimento alcançar a cátedra da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. “Testemunhei” o Bloco Afro Ilê Aiyê, uma organização antirracista, ser condenado judicialmente a reconhecer a existência do machismo em seu interior e vir a público retratar-se pelas agressões ocasionadas à jovem mulher negra Deise Sacramento.
Em direção semelhante, acirramos o enfrentamento contra o genocídio da juventude negra, alçando à institucionalidade ações para manter a juventude viva; o combate contra a leitura midiática de coisificação da nossa sexualidade e de que somos preguiçosas intelectuais; o enfrentamento ao epistemicídio e à nossa amnésia literária a respeito de Carolina de Jesus. Casamos identidades lésbicas negras com o combate às violações perpetradas pelo Sr. Marco Feliciano. Sem esterilizações, mantivemos oposição ao discurso religioso do Estado referente à negação dos direitos sexuais reprodutivos e da recusa à garantia legal do aborto seguro e digno.
No Pronto atendimento de Urgência e Emergência vi muitas mulheres negras, seguradas pela ancestralidade que as carrega, notificarem seus algozes, romperem com o silêncio das violências, revelando aí o aumento no índice das denúncias e não o acréscimo das agressões por elas sofridas.
Se por um lado denunciamos as violências físicas, deixamos de fazê-las quando tais violações afetam o psíquico, o afetivo, o sonho individual e os projetos coletivos. O que observei em 2013 é que o movimento legitimado ao enfrentamento de tais opressões contra as mulheres negras é o mesmo que precisa combatê-las no coração de suas organizações. É a relação de amor incondicional com nossos parceiros que precisamos romper.
Da mesma forma que encorajamos as mulheres negras, sobretudo as oprimidas e subalternizadas nas classes, a conhecerem os instrumentos protetivos, a denunciarem, a romperem com o ciclo de dependência afetiva, igualmente no cerne do movimento negro, do nordeste ao sul, precisamos criar condições emocionais para a ruptura desse nó afetivo com homens que anulam politicamente, destituem falas, ocasionam prejuízos emocionais à saúde das mulheres negras, e reiteram a asfixia política como condicionante ao extermínio do povo negro.
Em sintonia com bell hooks, considero que a prática das mulheres negras de se reprimir os sentimentos como forma de sobrevivência tornou-se a principal estratégia política de convivência pretensamente harmoniosa nas organizações negras. Lembremos “que precisamos aprender a responder as nossas necessidades emocionais, e isso pode significar um novo aprendizado, pois fomos condicionadas a achar que essas necessidades não são importantes”, (hooks).
Não se diferencia muito a mulher que, após apanhar, prepara comida gostosa para seu companheiro por achar-se culpada pelas agressões sofridas e aquela militante negra que ao ser assediada intelectualmente e politicamente por ativistas, atenua a iniquidade ao atribuir a conduta violenta dos mesmos ao ancestral impetuoso e agressivo que os carrega, ou pior, a uma contundência raivosa espontânea para não dizer sincera. Assim como Luiza Bairros já em 2008, em a Mulher negra e feminismo, eu acredito que nós mulheres negras “precisamos nos unir em separado”.
Com efeito, se politicamente entendemos que a briga de marido e mulher merece repercussão pública, uma vez que o pessoal é político, compreendamos igualmente que nossa defesa a favor de qualquer mulher negra militante independe de partido ou organização mista, pois numa acepção mulherista vivemos enquanto comunidade de mulheres negras, e não é ‘secretaria ou institucionalidade a nos instruir a andarmos juntas’.
A todo o tempo e todos os dias denunciamos a violência letal contra os homens negros. Em troca, o que recebemos em relação ao nosso encarceramento – não raro em decorrência de uma relação autofágica provocada por filhos, maridos e companheiros – ao nosso adoecimento mental, à nossa esterilização compulsória, nosso solitário aborto clandestino, à nossa angústia e a nossa lealdade a eles? É o silêncio!
Muitas mulheres ainda serão manobradas em contextos sexo-afetivos e usurpados seus capitais intelectual e político para conferir o status de organização nacional a entidade promovida e dirigida por e para nossos homens.
Muitas mulheres negras mais, já leiloadas em acordos políticos, envidarão esforços para manterem uma relação cínica com seus homens, cuja confiança se deposita unicamente nos cargos e não na relação com as mulheres.
Tantas outras serão dissuadidas a não denunciarem seus companheiros, a manterem a relação a flores e copo d’água para acalmar a legitimidade e validade de suas emoções. Várias estarão desautorizadas a abordar determinadas temáticas porque não foram referenciados os conteúdos epistêmicos, antes, por dirigentes negros.PRIVILÉGIO BRANCO?!
O privilégio branco e a opressão involuntária
por Larissa Santiago para as Blogueiras Negras
A primeira vez que falei sobre branquitude, percebi que o que eu dizia chegava ao receptor de uma forma completamente diferente. A conversa tomou o tom de crítica pessoal e o conflito que orginalmente era teórico passou a ser prático. O que conclui dessa primeira experiência e que me levou a ler e estudar um pouco mais sobre o lado branco da força foi um sentimento: a substituição do amor pela raiva.
Segundo Lourenço Cardoso, em seu artigo ?Branquitude acrítica e crítica: A supremacia racial e o branco anti-racista*? relata que apesar da branquitude não ser uma identidade racial única e imutável (Hall, 2005, pp.12-13) ela é múltipla e sujeita a mudança. Assim sendo, metodologicamente alguns autores se referem a dois ?tipos? de branquitude: crítica e acrítica ou ainda branquitude distintas e divergentes.
Com tanta nomenclatura e classificação, fica mais fácil explicar quando a gente vai pra prática. Um sujeito de identidade racial branca que critica e se posiciona do lado oposto ao do racismo, entende-se como um sujeito que faz parte da ?branquitude crítica?, logo a ?branquitude acrítica? não desaprova o racismo, mesmo quando não admite seu preconceito racial e acredita na condição hierárquica do ser branco.
Isto posto, todas as vezes em que um sujeito não reflete nem se posiciona, levando em conta sua pertença a um grupo racial historicamente privilegiado, entende-se que essa posição faz parte do grande jogo imposto pelo sistema colonial. Faz parte da manutenção o não pensamento e a negação de pertença a um grupo opressor. Isso não quer dizer que esse indivíduo, crítico ou acrítico, não sofra. De tudo dito, o mais incrível é que essa ?opressão involuntária? ou ainda, quando esse sujeito se descobre como parte do grupo com o qual não se identifica ideologicamente (o grupo racial branco), o sofrimento chega e tudo o que se pensa sobre amor e luta anti-racista vira raiva.
Por fim, deixo um questionamento em aberto. Será mesmo que essa pergunta tem que ser feita a nós negros ou a mim como indivíduo que pertenço a um grupo historicamente privilegiado?
?Mas, e eu? Longe de mim ser a vítima, mas a cor da minha pele determina que eu sou a vilã? E ele talvez não seja simplesmente uma pessoa violenta e machista, e sua cor da pele irrelevante??
Nota da autora: nada que está escrito é a pura verdade nem tão certo que não possa ser questionado.
Esperando suscitar questionamentos
Celina Cassal Josetti
Coordenadora Intermediária da Diversidade
GREB/CRE de Sobradinho/SEDF/GDF
(de 2a à 6a das 8h às 18h)
Algumas reflexões sobre a escola brasileira:PRECONCEITO!
Condomínio de luxo na Barra é acusado de discriminar trabalhadores: ?Poluição visual e mau cheiro?, disse administrador
Luã Marinatto
O objetivo, para a maioria, era realizar os exames médicos para, em breve, iniciar um emprego novo. Mas a expectativa transformou-se em frustração na porta do condomínio comercial Le Monde, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Barrados na entrada, 18 trabalhadores ainda ouviram um administrador dos edifícios dizer que causariam ?poluição visual e mau cheiro? no espaço, segundo consta no registro de ocorrência feito na 16º DP (Barra) na noite desta quarta-feira. A ofensa também foi presenciada por um PM que foi ao local atender o chamado.
O grupo começou a chegar ao endereço, situado no número 3.500 da Avenida das Américas, por volta das 8h. O destino de todos era a clínica BioCardio, especializada em medicina do trabalho, que ocupa três salas no quarto andar do bloco 7. Com idades variando entre 18 e 59 anos, alguns deles negros, boa parte dos pacientes iria começar a atuar em funções como pedreiro, ajudante de pedreiro e servente, entre outras, nas obras da Linha 4 do Metrô. Após realizarem exames de raio-x e de sangue num laboratório próximo, veio a surpresa: nenhum deles conseguiu autorização para se dirigir à clínica.
As tratativas com a equipe de segurança e com a administração do condomínio, capitaneadas pelo cardiologista Renato Sérgio Fernandes Pinto, sócio da BioCardio, duraram mais de quatro horas - em jejum para os exames, os trabalhadores não comiam nada desde a véspera. Apenas por volta de 15h, depois da ameaça do médico de acionar a PM, o acesso foi liberado. O grupo, contudo, não aceitou a oferta, e preferiu aguardar a chegada do policial. A essa altura, já haviam ouvido seguranças pedirem ?para que não tocassem as paredes?. Mais tarde, na presença de um PM, escutaram Felipe Alencar Gilaberte, administrador do Le Monde, proferir a frase sobre poluição visual e mau cheiro.
- Houve uma total discriminação. E não foi a primeira vez, trata-se de uma briga antiga que eu tenho com o condomínio. Dizem que a nossa clínica não deveria funcionar aqui, devido ao tipo de público que atendemos. Acredito que me criam esse tipo de constrangimento para tentar forçar uma mudança de endereço - afirmou o doutor Renato Sérgio.
Ação contra o condomínio
A clínica BioCardio funciona no Le Monde há cerca de 2 anos. Em novembro do ano passado, o estabelecimento entrou com uma ação contra o condomínio por conta de problemas como o desta quarta-feira. O registro de ocorrência feito na 16ª DP, inclusive, será anexado ao processo.
Injúria e desobediência
No registro, que tem o administrador Felipe Alencar Gilaberte como alvo, constam os crimes de injúria e de desobediência - esse segundo por conta do desrespeito a uma lei que proíbe a restrição de acesso pela entrada social de edifícios residenciais e comerciais.
Versão do Le Monde
Na porta da delegacia, cercado por três advogados que inicialmente o aconselharam a não conversar com o EXTRA, Felipe deu a sua versão para os fatos. Segundo ele, a confusão na portaria ocorreu porque o grupo teria se negado a apresentar seus documentos de identificação.
?Isso é história?
O administrador também negou que tenha ofendido os trabalhadores, embora o próprio PM tenha confirmado em seu depoimento o uso dos termos ?poluição visual? e ?mau cheiro?. Felipe acusou a BioCardio de ter inventado essa versão: ?Isso é história do proprietário, que quer atender cem pessoas por dia?.
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terça-feira, 22 de julho de 2014
terça-feira, 15 de julho de 2014
PRÊMIO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS!
Prezados Professores,
Abertas Inscrições estao como par o "Prêmio Nacional de Educação em Direitos Humanos" Cujo Objetivo E identificar, reconhecer e estimular Experiências Educacionais desenvolvidas no país Que promovam uma Cultura de Direitos Humanos.
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Atenciosamente,
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