quarta-feira, 22 de abril de 2015

[romanticoscandangos] Fwd: [info-ip] II COLÓQUIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA DO CONHECIMENTO

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CONVIDAMOS E SOLICITAMOS A DIVULGAÇÃO DO

 

II COLÓQUIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA DO CONHECIMENTO
Educação Inclusiva, Matemática e Práticas Escolares

www.coloquio2psiconhecimento.com.br



 




..................................
PROFA. DRA. MARIA HELENA FÁVERO

Instituto de Psicologia / UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
COGITO- Laboratório de Psicologia do Conhecimento

http://lattes.cnpq.br/9851724152092292
http://www.mhelenafavero.com.br

______________________________
_________________
info-ip mailing list -- info-ip@listas.unb.br -- http://listas.unb.br/listinfo/info-ip
Tefefones úteis: Segurança do Campus: 3107.5851 // 3107.5852 // Posto da PM 3307.2870 ||| Emergência Médica: 3307.2110
Plantão de Bombeira Hidráulico: 3107.0406 ||| Plantão de Eletricista: 3107.3333
Bombeiro: 183 ||| Ambulância SAMU: 192 ||| Polícia Militar: 190

quinta-feira, 16 de abril de 2015

[romanticoscandangos] Fwd: Oficina de Pedagogia da Cooperação em Brasília | 30 e 31 de maio

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Projeto Cooperação
Oficina de
Pedagogia da Cooperação
Brasília | 30-31 de maio
Local
Paraíso na Terra
Um local em meio à natureza, cachoeiras e piscinas naturais, a menos de uma hora de Brasília.
Pra Quem
Pra todo mundo, tanto pessoas que já conhecem a abordagem quanto quem nunca ouviu falar, mas tem vontade de conhecer!
Investimento
Nós acreditamos que uma verdadeira experiência de Cooperação e Gratidão acontece quando a experimentamos livre e espontaneamente, só assim é possível refletir e entender o seu verdadeiro valor.
Por isso, a participação nesta oficina é aberta para todas as pessoas realmente interessadas, independentemente das suas possibilidades de contribuição financeira.
Para saber mais como isso funciona, veja o convite clicando abaixo!
veja o convite!
Venha participar do nossa oficina sobre a Pedagogia da Cooperação! A oficina será facilitada por Fábio Otuzi Brotto, co-fundador do Projeto Cooperação, e acontecerá em Brasília nos dias 30 e 31 de maio, com duração de 15 horas.
A Pedagogia da Cooperação é uma abordagem colaborativa desenhada para criar e desenvolver ambientes de cooperação em empresas, escolas, governos, ONGs e comunidades, por meio de um conjunto de metodologias colaborativas, a fim de solucionar problemas, transformar conflitos, alcançar metas e realizar objetivos de uma maneira eficiente, produtiva e sustentável para todos, sem exceção.
Junte-se a nós para conhecer e vivenciar a teoria e a prática da Pedagogia da Cooperação. Para mais informações, faça com-tato com Denise Jayme ou Raisa Moura no email: oficinas.brasilia@projetocooperacao.com.br
Gostaria de saber mais sobre o Projeto Cooperação?
Visite o nosso site.

Apoio
Projeto Cooperação

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[romanticoscandangos] OBRA COMPLETA PARA BAIXAR Sociabilidades Subterrâneas : identidade, cultura e resistência em favelas do Rio de Janeiro

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21.10.2013 - UNESCO Office in Brasilia
Sociabilidades subterrâneas: identidade, cultura e resistência em favelas do Rio de Janeiro
http://wa2.www.unesco.org/new/typo3temp/pics/1d639d27c1.jpg
© Itaú Cultural
A obra inclui os resultados da pesquisa feita pela Representação da UNESCO no Brasil, em parceria com a London School of Economics (LSE), as Fundações Itaú Cultural e Social, o Afro Reggae e a CUFA para estudar formas de sociabilidade que continuam invisíveis e subterrâneas no âmbito das sociedades convencionais. Os principais objetivos da pesquisa foram explorar os meios alternativos de integração e socialização desenvolvidos por comunidades que vivem em condições de extrema exclusão social e miséria, e estudar e disseminar a metodologia de trabalho com e para jovens desenvolvida pelos grupos AfroReggae e CUFA.
Por meio de atividades artísticas, estas organizações trabalham com comunidades em situação de risco em um ambiente de drogas, gangues e armas, visando redefinir sociabilidades e identidades. Elas aproveitam as tradições artísticas e culturais presentes nas comunidades, conhecimentos e comportamentos locais, assim como bens sociais, para trabalhar a autoestima e recuperar o sentimento de valor próprio perdido onde o matar e o morrer são banalizados. Dada a riqueza e a singularidade dessas experiências, é importante mapeá-las e compreender como podem servir de informação em outros contextos e situações de exposição a riscos semelhantes. 
Brasília, UNESCO, 2013. 252 p., il. ISBN: 978-85-7652-179-2
Download gratuito (pdf):
·         em inglês
·         em português
Download gratuito do resumo executivo (pdf, 28 p., ill.):
·         em inglês
·         em português
Para solicitar cópias impressas da publicação completa:
Blog Sociabilidades Subterrâneas:




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Diretora do CEAD e Professora Adjunta II do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento_PED/IP/UnB
Endereço: SCLN 305 Bl C, 1° Andar Loja 34 - CEP 70737-530 - Brasília/DF
Telefones: (61)3340-8561 / 3349-6007 / 3347-9188 / 3349-4190
Curriculum Lattes disponível no site: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=B985137




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Celia Bomfim
Centro de Educação a Distância da UnB - CEAD 
Universidade de Brasília - UnB
Assessora da Direção



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Profa. Dra. Silviane Barbato
Dept. de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento - IP
Universidade de Brasília 




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[romanticoscandangos] Fwd: [rodadevivencias] CURSO DE EDUCAÇÃO LIVRE - consulta aos interessados

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Saudações famílias!

Espero que estejam todos bem.

Escrevemos para compartilhar o desejo de ver germinar e florescer aqui em Brasília sementes de  educação livre. A educação não diretiva, conhecida também como educação ativa ou educação viva.

Alguns de nós tiveram um primeiro contato com os fundamentos da educação ativa no curso da Ana Thomaz organizado na Roda de Vivências, aqui em Brasília, em setembro de 2013. Outros, com o pessoal da inspiradora escola Inkiri, de Piracanga. Já vimos também  serem discutidos em redes de mães  temas levantados nos cursos online do Marcelo Michelson, do site Conexão Pais e Filhos, que bebe dessa mesma fonte. Mas sentimos  que mesmo quem não chegou a ler ou ouvir falar sobre princípios exercitados nesses espaços de debate e prática traz consigo pulsante o desejo de criar seus filhos para serem o que vieram para ser: pessoas plenas, unidas à potência da vida.  No mesmo barco, temos sentido   necessidade de aprofundar a reflexão sobre educação para a potência e de nos familiarizarmos com ferramentas que contribuam para esse resgate do essencial na criação dos filhos e de nós mesmos.

Por essa razão,  consideramos a possibilidade de trazermos o coletivo Orion – Paradigma Pro Vida, com ampla experiência  em processos educativos  no Equador, para virem a Brasília no fim de semana dos dias 26 e 27 de abril para uma palestra e um curso sobre os paradigmas que sustentam a educação não diretiva.

             Entretanto, tendo em vista os custos para trazê-los, gostaríamos de ouvir sobre o interesse e a real disponibilidade das famílias para participarem desse encontro no último fim de semana de abril.

Alguém tem interesse no curso e  poderia vir? Precisaríamos de pelo menos 15 participantes para confirmarmos o evento. 

Agradecemos se os interessados puderem enviar uma mensagem o email da Quel:  vidasevidascs@gmail.com.


          
                Encontro teórico-prático I  - Paradigmas que sustentam a educação não diretiva. Data: 26 e 27 de abril.  Duração: 16 horas. Público: mães pais, educadores, jovens, adultos. VALOR: R$ 850,00  


Abraços, com gratidão, 

Anna Victória, Anali e Quel




PS.:Para quem não tiver muita ideia sobre o assunto, vale a pena ver o vídeo do Instituto Pestalozzi do Equador. Há mais informações sobre os facilitadores e sobre o conteúdo do curso em anexo.

Instituto Pestalozzi do Equador - Parte 1



 
 
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RODA DE VIVÊNCIAS
Aprendizagem em Comunidade e em Família
http://www.rodadevivencias1.blogspot.com.br/
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La vertu qui a nom humilité est enracinée au fond de la Deité. Eckhart

terça-feira, 17 de março de 2015

[romanticoscandangos] E se os alunos pudessem projetar a sua escola

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http://rescola.com.br/e_se_os_alunos_pudessem_projetar_a_escola/
A insatisfação que Samuel Levin sentia em relação à escola, e que via refletida na maioria dos seus colegas, era derivada de algo nada incomum nas salas de aula: desinteresse pelos objetos de estudo e, consequentemente, um aprendizado cheio de falhas e inconsistências.
Motivado por isso, e pela provocação de sua mãe, o garoto procurou a direção da escola com um projeto ambicioso. Segundo suas próprias palavras:
“[A] intenção era projetar uma escola na qual os estudantes estivessem completamente engajados e apaixonados pelo que estivessem aprendendo, tivessem a experiência de verdadeiramente obter maestria sobre algo, ou desenvolver expertise em algo, e onde estivessem aprendendo a aprender.”
O ingrediente principal para atingir esse objetivo seria a apropriação, pelos estudantes, do controle do seu próprio processo de aprendizado.
A direção da escola, talvez para a surpresa de Sam, acolheu a ideia e autorizou o desenvolvimento de um projeto piloto, durante um semestre. O grupo inicial tinha 8 alunos, dos 3 últimos anos de High School (equivalentes ao 1º, 2º e 3º ano do ensino médio no Brasil). O desempenho escolar prévio não foi levado em conta no processo de admissão. Assim, o grupo tinha desde alunos que tiravam nota máxima na maioria das matérias, até outros que obtinham notas bastante ruins.

O Programa

O “Projeto Independente” começou com uma primeira semana de “descompressão”, com atividades que tinham por objetivo desmontar as estruturas mentais e pré-concepções que os estudantes, naturalmente, formaram após mais de dez anos de ensino tradicional e prepará-los para a liberdade e responsabilidade de assumir o comando do seu próprio processo educacional.
Após esse período inicial, os alunos dividiram seu tempo na direção de três objetivos:
  1. O estudo de conteúdo acadêmico;
  2. Uma “Empreitada Pessoal” de longo prazo, e;
  3. Uma “Empreitada Coletiva”.

Conteúdo Acadêmico

O Projeto Independente - Conteúdo acadêmico

O estudo do conteúdo acadêmico tradicional ocorreu durante as manhãs das primeiras quinze semanas do semestre (de um total de 18). A divisão desse conteúdo se deu de uma forma muito menos fragmentada do que nas escolas tradicionais. Os estudantes consideraram que há duas formas básicas de abordagem do conhecimento: Ciência e Arte. Basicamente, uma “Ciência” é algo sobre o qual você questiona, enquanto uma “Arte” é algo que você pratica. Dessa forma, na primeira metade do semestre eles estudaram Ciências Naturais (tradicionalmente, química e biologia) e Ciências Sociais (história, geografia, sociologia), e, na segunda metade, Artes Literárias (inglês, literatura, dramaturgia) e Artes Matemáticas (!).
O processo de estudo foi o mesmo durante todo o período. Nas segundas-feiras, cada estudante escolhia uma questão sobre o assunto da semana. Segundo Peter Boyce, um dos estudantes do grupo piloto, “O mais importante sobre essa pergunta é que você realmente precisa querer saber a resposta. Se a pergunta é sua, descobrir a resposta vai fazer você se sentir ótimo.”. Então, cada estudante deveria pesquisar durante as manhãs dos dias seguintes, da forma que preferisse: pesquisa em livros ou na Internet, conversa com professores ou experts ou através de experimentação direta. Finalmente, eles deviam apresentar o resultado para o grupo na sexta-feira para, ao mesmo tempo, prestar contas do que aprenderam e ensinar aos demais. “Meu objetivo em cada apresentação é ser o mais cativante possível e tornar o meu interesse pelo assunto o mais contagiante possível – tentar fazer todo mundo se interessar”, explica Peter.

Empreitada Pessoal

O Projeto Independente - Empreitada pessoal

Em paralelo ao estudo de conteúdo acadêmico, as primeiras quinze semanas do semestre também foram dedicadas às Empreitadas Pessoais. Ao contrário das questões que eram exploradas durante uma semana, a Empreitada Pessoal, à qual os estudantes se dedicavam durante a tarde, era um projeto de longo prazo, a ser concluído no final do semestre. Os estudantes eram completamente livres para definir qualquer projeto, como, por exemplo, escrever um romance, construir um barco, fazer um filme ou realizar um experimento científico mais complexo. A única exigência é que a empreitada escolhida deveria ser algo que realmente lhes entusiasmasse.
Os estudantes também eram livres para planejar a agenda e a execução do projeto, mas haviam reuniões periódicas onde todos reportavam seu progresso e discutiam suas dificuldades. A maioria deles afirma que essa pressão do grupo é muito mais forte e mais eficiente do que a pressão que recebiam para entregar os trabalhos tradicionais da escola, em troca de notas, e que isso fazia com que sua dedicação ao objeto de estudo fosse muito maior.
Ao final das quinze semanas, os estudantes deveriam fazer duas apresentações finais sobre suas Empreitadas Pessoais. A primeira era para o grupo, que fazia fortes críticas e sugestões de melhorias. Após o refinamento final, baseado nesse feedback dos colegas, havia uma outra apresentação para um público externo, de aproximadamente oitenta pessoas, geralmente formado pelos demais alunos e professores da escola.
Segundo Sam Levin, “A natureza pública, performática e celebratória da noite servia como uma barra para elevar a qualidade das empreitadas a um patamar mais alto do que elas teriam chegado de outra maneira, e proporcionar um contexto para dar forma a algumas das empreitadas mais abstratas. Por exemplo, o estudante cuja empreitada era escrever uma novela tinha um objetivo muito claro: escrever uma novela. Entretanto, o estudante cuja empreitada era aprender culinária poderia perder foco e direção, se não tivesse que trabalhar em direção à apresentação final, que era preparar uma refeição para oitenta pessoas.”

Empreitada Coletiva

O Projeto Independente - Empreitada coletiva

Por fim, nas últimas três semanas do semestre, o grupo trabalhava durante todas as manhãs e tardes em uma Empreitada Coletiva. A ideia era que o grupo explorasse qualquer problema da comunidade ou do mundo e oferecesse uma solução para ele. A turma do semestre piloto elegeu a “Educação” como tema e decidiu realizar um documentário que discutia alguns problemas do atual sistema educacional e oferecia a experiência do Projeto Independente como uma possível solução.

Os resultados

Segundo os participantes do Projeto Independente, o resultado foi excelente. Após concluírem a High School, muitos foram aceitos em algumas das mais concorridas universidades americanas, além de terem recebido contato de mais de 80 escolas dos Estados Unidos e de outros países, interessadas em replicar o projeto.
Mas, certamente, os benefícios mais profundos foram as habilidades que os estudantes conquistaram e cultivaram durante o projeto. Em um paper que descreve a experiência e seus resultados, Sam Levin diz que:
“Os estudantes aprenderam como conduzir pesquisas e utilizar o método científico, como pensar matematicamente, como ler e discutir literatura, e como escrever em resposta ao que leram. Eles aprenderam como organizar seu tempo e estruturar sua jornada de trabalho, e como refletir sobre e monitorar seu próprio trabalho. Eles também adquiriram maestria sobre algo e, ao fazer isso, aprenderam como dominar um assunto. Eles aprenderam como comunicar seu pensamento e como criticar e instigar seus colegas. Finalmente, os estudantes aprenderam a aprender, aprenderam a ensinar e aprenderam a trabalhar.”

quarta-feira, 4 de março de 2015

Saúde da População Negra por Paulo Dantas

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Posted: 02 Mar 2015 05:30 AM PST




Amit Goswami, escritor e  PHD em física, principal referência mundial em estudos que conciliam ciência e consciência, estará em Brasília, nos dias 20 e 21 de março, para realizar workshop e palestra Ativismo Quântico, Saúde e Criatividade.

O conceito de ativismo quântico e sua aplicação na saúde e na criatividade serão debatidos e explorados. Autor de “A Física da Alma”, “Criatividade para o século 21″ e “O Ativista Quântico”, tornou-se mundialmente reconhecido após participar do filme “Quem Somos Nós?”, e foi protagonista do premiado documentário “O Ativista Quântico”.

Amit Goswami desenvolveu o conceito de Ativismo Quântico baseado nos princípios da física quântica. É uma forma diferente de ativismo, que busca desenvolver nos indivíduos e na sociedade uma nova visão de mundo. Amit acredita que a saúde é um campo fecundo a aplicação de uma ciência baseada na primazia da consciência, com a capacidade extraordinária de integrar ciência convencional, espiritualidade e cura.

“... podemos aprender, todos podemos praticá-la pelo mesmo tipo de processo criativo que pessoas usam para criar grandes obras de arte, ou grandes descobertas científicas. Nós agora podemos usá-la para grandes curas. Então, desta forma a perspectiva da saúde integrativa é enorme, mas temos que usar o ativismo quântico para inseri-la em nossa sociedade.”Amit Goswami


Serviço:

 Palestra
Dia: 20/03
Hora: 19h ás 21h30
Local: IESB -   Campus Sul
Asa Sul - SGAS Quadra 613/614 - Lotes 97 e 98 L2 Sul - Brasília - DF
Valor previsto: gratuito

Workshop
Dia: 21/03
Hora: 8h ás 17h
Local: Centro Universitário - UDF 903 sul.
Valor previsto: R$.500,00

Posted: 02 Mar 2015 04:49 AM PST
 
A UNAIDS, UNICEF e UNESCO em parceria com o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (DDAHV/SVS/MS) anunciam oportunidade na área de políticas públicas de saúde para jovens líderes!
As inscrições para a seleção do “Curso de Formação de Novas Lideranças das populações-Chave Visando o Controle Social do Sistema Único de Saúde no âmbito do HIV/AIDS”, que será realizado em Brasília de 7 a 11 de maio de 2015, podem ser feitas entre os dias 18 de fevereiro a 08 de março de 2015 (até 23h59).
Os(as) candidatos(as) devem ter entre 18 a 26 anos, ser ativistas e/ou fazer parte de um das populações-chave e ter disponibilidade de tempo para realizar todas as atividades propostas pelo curso. Inscrições: até o dia 8 de março 
Para Saber Mais:
Acesse o edital 
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As Chaves de Mardum

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Prezados Professores,
Não percam a estreia da série” As Chaves de Mardum” voltada para o público infantil e aborda, de maneira lúdica, o aprendizado da Matemática nos anos iniciais, com conteúdos extras em uma plataforma online e jogos digitais e material de apoio ao professor.

Acesse: http://tvescola.mec.gov.br/tve/video?idItem=7973&showTrailer=true
Atenciosamente,
Equipe Portal do Professor



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

DIA MUNDIAL DO ABRAÇO Rodoviaria de Brasilia

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CAPOTERAPIA BUSCANDO RECORDE EM QUALIDADE DE VIDA

A Associação de Capoeira Ladainha e a Associação Brasileira de Capoterapia através do Mestre Gilvan está convocando toda comunidade para participar  do ato público no dia 22 de maio às 8:30h na Rodociaria de Brasilia  DIA MUNDIAL DO ABRAÇO.
Como não poderia deixar de ser, esse dia é o mais especial pra nós da CAPOTERAPIA, pois a TERAPIA DO ABRAÇO é umas das ou a melhor e mais aceita de nossas terapias, após recebê-la, as pessoas saem encantadas e com uma visão diferente de como encarar os fatos do dia a dia.
Durante 18 anos a CAPOTERAPIA vem atuando sobre esse tema, onde já concentramos milhares de pessoas em consagrados eventos, porém sempre em um público fixo, isto é, em escolas, ginásios, teatros... Nosso intuito é de praticar a TERAPIA DO ABRAÇO em um público flutuante e será ali nova Feira do artesanato onde estabeleceremos nosso RECORDE, levaremos 300 idosos de 50 ou mais de 60 anos onde são praticantes da CAPOTERAPIA e serão eles que irão oferecer um abraço a todos que ali passarem e nesse abraço recebido será dito algumas palavras sobre o benefício daquele ato, sobre a importância do calor humano.
Pretendemos conscientizar e mobilizar o maior número possível de pessoas e esclarecer que um abraço transmite um sentimento que muitas vezes muitas palavras não conseguem expressar que é sem dúvida um remédio milagroso que pode salvar vidas...


VOCÊ JÁ ABRAÇOU SEU FILHO HOJE?

VOCÊ TEM UM MINUTO PARA UM ABRAÇO?

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOTERAPIA
E INSTITUTO LADAINHA
PROGRAMA VIDA SAUDAVEL
MINISTERIO DO ESPORTE

Informações: (61) 3475-2511/2160  ou 9962-2511 Mestre Gilvan

capoterapiabrasil@gmail.com          www.capoterapia.com.br    www.capoterapiaweb.com

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Educação ambiental: onde falhamos?

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Imagem de Rosangela Correa
Educação ambiental: onde falhamos?
por Rosangela Correa - quinta, 27 novembro 2014, 09:22
 

Educação ambiental: onde falhamos?

Basta observar o comportamento de banhistas em uma praia qualquer para perceber quão longe estamos de ter consciência sobre o respeito aos outros e ao meio que nos abriga. Nem mesmo locais 'classe A' escapam das condutas inadequadas.
Por: Vera Rita da Costa
Publicado em 26/11/2014 | Atualizado em 26/11/2014
Educação ambiental: onde falhamos?
Até na praia do Tombo, no Guarujá (SP), uma das poucas do país que obtiveram a certificação de qualidade do Programa Bandeira Azul, impera a falta de cuidado com o lixo. (foto: Vera Rita da Costa)
Já contamos com mais de 30 anos de trabalhos dedicados à educação ambiental em nosso país, se não direta e formalmente, por meio da escola, pelo menos de modo informal e por outros canais. Mas, basta passar um domingo de sol na praia ou em um parque, para nos questionarmos sobre onde se encontra, na prática, a nossa educação ambiental.
Fiz isso há algumas semanas e fiquei chocada. As cenas presenciadas no final do dia na praia do Tombo, no Guarujá (SP), eram de fazer cair o queixo de qualquer observador atento. Havia lixo espalhado por todos os lados, embora existissem no local lixeiras e garis. Estes últimos, aliás, tentando em vão dar conta daquilo que as pessoas, totalmente indiferentes e displicentes aos apelos distribuídos pelo local, lançavam em seu entorno.
As cenas que vi não diferiam muito do retrato traçado na campanha 'Povo desenvolvido, povo limpo', uma das primeiras ações de educação ambiental promovidas no Brasil, ainda na década de 1970. Recordavam em muito até um de seus episódios, em que Sujismundo, o personagem central da campanha, e sua família iam, justamente, à praia.

Assista ao episódio de Sujismundo:

https://www.youtube.com/watch?v=1DRyjH3ospg

A praia do Tombo a que me refiro é considerada 'classe A', uma das poucas de nosso país que obtiveram a certificação do Programa Bandeira Azul, uma iniciativa da Foundation for Environmental Education (Fundação para Educação Ambiental), organização não governamental criada na Inglaterra e com sede atual na Dinamarca. A classificação A foi obtida em 2011 e recentemente renovada para o próximo ano. São, portanto, cinco anos consecutivos de certificação obtidos pela Prefeitura do município do Guarujá para essa bela praia, em um trabalho ambiental que merece ser aplaudido, mas que também vale reflexão.
O próprio fato de termos no Brasil tão poucas praias certificadas por esse programa já serve de alerta. Ao lado da praia do Tombo só se encontram na lista de certificações de 2014 do Programa Bandeira Azul Brasil, a Prainha, no Rio de Janeiro, e duas marinas, uma em Angra dos Reis (RJ) e outra também no Guarujá (SP). Em outros países, no entanto, esse número pode chegar a centenas. Portugal, por exemplo, teve para o mesmo período (2014) 298 praias e 17 marinas certificadas.

Bandeira azul

Que inveja boa! Seria ótimo se nos igualássemos a Portugal nesse quesito. Afinal, obter a certificação do Programa Bandeira Azul não é simples. É preciso cumprir uma série de critérios que envolvem, por exemplo, a garantia da qualidade da água, o monitoramento do ambiente costeiro, a manutenção da segurança dos banhistas e demais usuários do local, o apoio a portadores de necessidades especiais, a disponibilidade de água potável e instalações sanitárias em número e condições adequadas, além de fiscalização permanente de condutas e regras no local.
Nas praias certificadas pelo Programa Bandeira Azul, deve haver o mínimo desejável em qualquer praia urbana e pública: monitores ambientais, guarda-vidas, policiais, fiscais, entre outros quesitos básicos e essenciais
Em outras palavras, nas praias certificadas pelo Programa Bandeira Azul, deve haver o mínimo desejável em qualquer praia urbana e pública: monitores ambientais, guarda-vidas, policiais, fiscais, equipamentos e pessoal treinado para apoio a pessoas com necessidades especiais, além de bebedouros, chuveiros e banheiros que funcionem e sejam limpos, entre outros quesitos básicos e essenciais.
Nas praias 'bandeira azul', deve haver fiscalização permanente, não sendo permitido levar cães na areia, praticar esportes coletivos em meio às outras pessoas ou ouvir som alto - condutas que possam prejudicar ou incomodar outras pessoas.
Como pude observar no domingo que passei na praia do Tombo, no entanto, nem tudo é perfeito. Os recursos podem estar disponíveis, mas falta para a maioria dos frequentadores a tal consciência ambiental.

Triste realidade

Havia lixeiras, mas nem todas as pessoas levavam seu lixo até elas. Havia chuveiros, mas nem todos os fechavam depois de usados, e muitos os usavam sem qualquer parcimônia (apesar da escassez de água), para lavar pranchas de surf ou cadeiras de praia, por exemplo. E isso porque estou me restringindo a dar apenas dois exemplos, aqueles que considero mais emblemáticos, dois dos temas mais batidos em termos de educação ambiental no país: a necessidade de dispor corretamente o próprio lixo e de se economizar e fazer bom uso da água.
Na escola, sobretudo na educação infantil e no ensino fundamental, há uma verdadeira overdose de conteúdos abordando as questões da água e do lixo
Afinal, quem ainda não ouviu falar sobre isso? Na escola, sobretudo na educação infantil e no ensino fundamental, há uma verdadeira overdose de conteúdos abordando as questões da água e do lixo. Na TV, assim como na mídia em geral, esses também são os temas mais lembrados quando se trata de educação ambiental.
Não se trata, portanto, de falta de informação. Fala-se de cuidar do ambiente desde os idos tempos de Sujismundo. Já era hora, portanto, de termos uma geração (ou mais) de pessoas que realmente praticassem esses preceitos básicos da educação ambiental. Mas não é o que se constata em muitos lugares públicos, como a praia.

Apenas engatinhando

Nesses locais, o que se percebe é muito diferente do desejável. Verifica-se que há uma distância significativa e muito perceptível entre possuir informações e agir realmente de acordo com elas ou, entre saber, em teoria, e colocar em uso, na prática. Em outros termos, torna-se patente também que, em relação às atitudes desejadas ou à nossa real educação ambiental, estamos apenas engatinhando.
Procuro mas não encontro na literatura acadêmica explicações para esse fenômeno. Por sinal, acho admirável conseguir localizar tantos artigos acadêmicos enaltecendo a educação ambiental e discutindo seus avanços, mas nenhum que a critique ou discuta a lentidão e a baixa eficácia em sua efetivação real ou na obtenção factual de mudança de atitudes.
Será que estou delirando? Estou sendo exageradamente crítica e pessimista?
Chuveiros na praia
Nas praias brasileiras que contam com chuveiros, é comum ver o desperdício, como torneiras abertas e uso de água potável para lavar pranchas de surf ou cadeiras. (foto: Flickr/ Raul - CC BY 2.0)
Lembro-me de uma fala da pesquisadora Elsa Meinardi, da Universidade de Buenos Aires, Argentina, no 3° Encontro Regional de Ensino de Biologia, realizado em setembro deste ano em São Paulo, que se aproxima do tema abordado aqui. Na oportunidade, referindo-se à educação sexual presente nos currículos oficiais e oferecida nas escolas aos nossos jovens, tema de alguns de seus estudos e principais pesquisas, Meinardi chamou a atenção dos professores de ciências e biologia para a distância que a separa da realidade vivida pelos jovens, quando imersos em sua cultura local.
Ela destacou, também, o desconhecimento que muitos professores têm dessa 'outra realidade' ou dessas outras 'forças culturais' que alimentam as escolhas e decisões dos jovens no campo da sexualidade e alertou para a ilusão de se pensar que apenas com informação e prescrições comportamentais oferecidas na escola se conseguirá a mudança de comportamentos e a prevenção desejável.

Visão e ação em contexto

Para que a educação sexual seja realmente eficaz, considera Meinardi, há muito mais trabalho a ser feito. Trabalho que, segundo a pesquisadora, depende de visão e ação em contexto. Ou seja, que envolva múltiplos setores e esferas culturais e em uma perspectiva que leve em conta, respeite e dialogue também com as diferentes visões e conhecimentos que se apresentam na sociedade. Nem sempre nos damos conta disso - alertou a pesquisadora -, mas, principalmente nas grandes cidades, estamos vivendo em sociedades cada vez mais multiculturais, nas quais diferentes visões de mundo, valores e crenças, entre outras 'forças culturais', também atuam para educar os indivíduos.
Com sua fala sobre educação sexual nas escolas, Meinardi me fez refletir sobre o quanto é pretensiosa a instituição escolar em achar que sozinha poderá dar conta de educar sexualmente os jovens, desprezando a poderosa influência que outras instâncias e instituições culturais, como família e o grupo de convívio próximo, têm sobre o comportamento das pessoas. E agora, ao buscar relacionar essas ideias com a experiência de um fim de semana na praia, me faz pensar que o mesmo pode se aplicar à educação ambiental. 
Será que não estamos superestimando o papel da escola e das informações gerais, depositando nelas uma enorme expectativa de mudança de comportamento?
Será que não estamos superestimando o papel da escola e das informações gerais, depositando nelas uma enorme expectativa de mudança de comportamento, e subestimando o papel que outras instâncias e forças culturais têm sobre a educação ambiental?
Se de fato isso estiver acontecendo, nossas estratégias deveriam mudar. Deveríamos, nesse caso, ampliar em muito o leque das ações em educação ambiental, de forma a fazer com que as condutas desejadas se tornassem mais entranhadas em nossa cultura, via outros caminhos e métodos que não apenas a escola e algumas de suas prescrições tradicionais.
Sem abandonar o que tem sido feito de bom na escola, talvez seja necessário ampliar espaços e metodologias, dando menos peso à teoria (informação e prescrições do que deve ser feito) e valorizando mais a prática (atitudes ou aquilo que de fato se faz). Talvez, assim, a educação ambiental chegue realmente às praias.

Vera Rita da Costa
Ciência Hoje/ SP

http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/11/educacao-ambiental-onde-falhamos
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Convite especial: Formação Mediação Social

Divulgando...

NADER CEDIV

 

Estimados/as coordenadores/as,

Saudações!

É com muita satisfação que informamos que a CEDIV  estabeleceu uma parceria com Núcleo de Estudos para Paz - NEP do Centro de Estudos Avançados Multidisciplinares CEAM-Unb, por intermédio de Flávia Beleza, para o ano letivo de 2015. O objetivo da parceria, é  trabalhar de forma mais aprofundada as temáticas de gênero, sexualidade, étnico-racial e outras  no Projeto Educar em Paz, uma vez que diuturnamente são temáticas que originam conflitos no âmbito escolar e qualificar nossa prática no tocante a mediação de conflitos.

O Projeto Estudar em Paz vem sendo desenvolvido há 7 anos nas escolas da SEDF, neste ano de 2014 foi realizado na EC 22 do Gama.

Convidamos vocês a participarem da Formação de Mediação Social que ocorrerá nos dias:
09/12/14 - 3ª feira
10/12/14 - 4ª feira
15/12/14 - 2ª feira
16/12/14 - 3ª feira
17/12/14 - 4ª feira

Horário: 9h às 12h ( iniciaremos pontualmente no horário previsto)
Local: Auditório do 13º andar
Endereço: SBN Quadra 02 Edifício Phenícia - 13º andar

Segue em anexo o conteúdo programático.

Nos colocamos à disposição para maiores esclarecimentos por meio do contato telefõnico 3901-3192, com o/a professor/a Renata Parreira ou Swai Roger.

Ressaltamos que a nossa reunião do dia 11/12/14 ocorrerá conforme agendada.

Por favor confirmem presença.

Cordialmente,
Renata Parreira.

Núcleo de Atendimento à Diversidade Étnico-Racial
Coordenação de Educação em Diversidade
Subsecretaria de Educação Básica
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
(61) 3901- 4424/3901- 3192
Acesse nossos Blog: diversidadeeducadf.blogspot.com
                                 convivaescola.blogspot.com.br
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 Não se pode separar paz de liberdade porque ninguém consegue estar em paz a menos que tenha sua liberdade.Malcolm X