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terça-feira, 30 de junho de 2015
quarta-feira, 24 de junho de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
[romanticoscandangos] Fwd: [info-ip] II COLÓQUIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA DO CONHECIMENTO
Divulgando...
CONVIDAMOS E SOLICITAMOS A DIVULGAÇÃO DO
.............................. ....
PROFA. DRA. MARIA HELENA FÁVERO
Instituto de Psicologia / UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
COGITO- Laboratório de Psicologia do Conhecimento
http://lattes.cnpq.br/ 9851724152092292
http://www.mhelenafavero.com. br
______________________________
_________________
info-ip mailing list -- info-ip@listas.unb.br -- http://listas.unb.br/listinfo/ info-ip
Tefefones úteis: Segurança do Campus: 3107.5851 // 3107.5852 // Posto da PM 3307.2870 ||| Emergência Médica: 3307.2110
Plantão de Bombeira Hidráulico: 3107.0406 ||| Plantão de Eletricista: 3107.3333
Bombeiro: 183 ||| Ambulância SAMU: 192 ||| Polícia Militar: 190
CONVIDAMOS E SOLICITAMOS A DIVULGAÇÃO DO
II COLÓQUIO INTERNACIONAL DE PSICOLOGIA DO CONHECIMENTO
Educação Inclusiva, Matemática e Práticas Escolares
www.coloquio2psiconhecimento. com.br
Educação Inclusiva, Matemática e Práticas Escolares
www.coloquio2psiconhecimento.
..............................
PROFA. DRA. MARIA HELENA FÁVERO
Instituto de Psicologia / UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA
COGITO- Laboratório de Psicologia do Conhecimento
http://lattes.cnpq.br/
http://www.mhelenafavero.com.
______________________________
info-ip mailing list -- info-ip@listas.unb.br -- http://listas.unb.br/listinfo/
Tefefones úteis: Segurança do Campus: 3107.5851 // 3107.5852 // Posto da PM 3307.2870 ||| Emergência Médica: 3307.2110
Plantão de Bombeira Hidráulico: 3107.0406 ||| Plantão de Eletricista: 3107.3333
Bombeiro: 183 ||| Ambulância SAMU: 192 ||| Polícia Militar: 190
quinta-feira, 16 de abril de 2015
[romanticoscandangos] Fwd: Oficina de Pedagogia da Cooperação em Brasília | 30 e 31 de maio
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[romanticoscandangos] OBRA COMPLETA PARA BAIXAR Sociabilidades Subterrâneas : identidade, cultura e resistência em favelas do Rio de Janeiro
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21.10.2013 - UNESCO Office in Brasilia
Sociabilidades subterrâneas: identidade, cultura e resistência em favelas do Rio de Janeiro
© Itaú Cultural
A
obra inclui os resultados da pesquisa feita pela Representação da
UNESCO no Brasil, em parceria com a
London School of Economics (LSE), as Fundações Itaú Cultural e Social, o
Afro Reggae e a CUFA para estudar formas de sociabilidade que continuam
invisíveis e subterrâneas no âmbito das sociedades convencionais. Os
principais objetivos da pesquisa foram explorar
os meios alternativos de integração e socialização desenvolvidos por
comunidades que vivem em condições de extrema exclusão social e miséria,
e estudar e disseminar a metodologia de trabalho com e para jovens
desenvolvida pelos grupos AfroReggae e CUFA.
Por
meio de atividades artísticas, estas organizações trabalham com
comunidades em situação de risco em um
ambiente de drogas, gangues e armas, visando redefinir sociabilidades e
identidades. Elas aproveitam as tradições artísticas e culturais
presentes nas comunidades, conhecimentos e comportamentos locais, assim
como bens sociais, para trabalhar a autoestima
e recuperar o sentimento de valor próprio perdido onde o matar e o
morrer são banalizados. Dada a riqueza e a singularidade dessas
experiências, é importante mapeá-las e compreender como podem servir de
informação em outros contextos e situações de exposição
a riscos semelhantes.
Brasília, UNESCO, 2013. 252 p., il. ISBN: 978-85-7652-179-2
Download gratuito (pdf):
Download gratuito do resumo executivo (pdf, 28 p., ill.):
Para solicitar cópias impressas da publicação completa:
Blog Sociabilidades Subterrâneas:
Facebook: https://www.facebook.com/ favelasatlse
Twitter: https://twitter.com/ FavelasatLSE
Diretora do CEAD e Professora Adjunta II do Departamento de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento_PED/IP/UnB
Endereço: SCLN 305 Bl C, 1° Andar Loja 34 - CEP 70737-530 - Brasília/DF
Telefones: (61)3340-8561 / 3349-6007 / 3347-9188 / 3349-4190
Curriculum Lattes disponível no site: http://buscatextual. cnpq.br/buscatextual/ visualizacv.do?id=B985137
Endereço: SCLN 305 Bl C, 1° Andar Loja 34 - CEP 70737-530 - Brasília/DF
Telefones: (61)3340-8561 / 3349-6007 / 3347-9188 / 3349-4190
Curriculum Lattes disponível no site: http://buscatextual.
Celia Bomfim
Centro de Educação a Distância da UnB - CEAD
Universidade de Brasília - UnB
Assessora da Direção
Profa. Dra. Silviane Barbato
Dept. de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento - IP
Universidade de Brasília
Dept. de Psicologia Escolar e do Desenvolvimento - IP
Universidade de Brasília
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[romanticoscandangos] Fwd: [rodadevivencias] CURSO DE EDUCAÇÃO LIVRE - consulta aos interessados
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RODA DE VIVÊNCIAS
Aprendizagem em Comunidade e em Família
http://www.rodadevivencias1. blogspot.com.br/
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--
Saudações famílias!
Espero que estejam todos bem.
Escrevemos para compartilhar o
desejo de ver germinar e florescer aqui em Brasília sementes de educação
livre. A educação não diretiva, conhecida também como educação ativa ou
educação viva.
Alguns de nós tiveram um primeiro
contato com os fundamentos da educação ativa no curso da Ana Thomaz organizado na
Roda de Vivências, aqui em Brasília, em setembro de 2013. Outros, com o pessoal
da inspiradora escola Inkiri, de Piracanga. Já vimos também serem discutidos em redes de mães temas levantados nos cursos online do
Marcelo Michelson, do site Conexão Pais e Filhos, que bebe dessa mesma fonte.
Mas sentimos que mesmo quem não chegou
a ler ou ouvir falar sobre princípios exercitados nesses espaços de debate e prática
traz consigo pulsante o desejo de criar seus filhos para
serem o que vieram para ser: pessoas plenas, unidas à potência da vida. No mesmo barco, temos sentido necessidade de aprofundar a reflexão sobre
educação para a potência e de nos familiarizarmos com ferramentas que
contribuam para esse resgate do essencial na criação dos filhos e de nós
mesmos.
Por essa razão, consideramos a possibilidade de trazermos o
coletivo Orion – Paradigma Pro Vida, com ampla experiência em processos
educativos no
Equador, para virem a Brasília no fim de semana dos dias 26 e 27 de abril para
uma palestra e um curso sobre os paradigmas que sustentam a educação não
diretiva.
Entretanto, tendo em vista os custos
para trazê-los, gostaríamos de ouvir sobre o interesse e a real disponibilidade
das famílias para participarem desse encontro no último fim de semana de abril.
Alguém tem interesse no curso e poderia vir? Precisaríamos de pelo menos 15
participantes para confirmarmos o evento.
Agradecemos se os interessados
puderem enviar uma mensagem o email da Quel: vidasevidascs@gmail.com.
Encontro teórico-prático I - Paradigmas que sustentam a educação não
diretiva. Data: 26 e 27 de abril. Duração: 16 horas. Público: mães pais, educadores, jovens, adultos. VALOR: R$ 850,00
Abraços, com gratidão,
Anna Victória, Anali e Quel
PS.:Para quem não tiver muita ideia sobre o assunto, vale a pena ver o vídeo do Instituto Pestalozzi do Equador. Há mais informações sobre os facilitadores e sobre o conteúdo do curso em anexo.
Instituto Pestalozzi do Equador - Parte 1
Instituto Pestalozzi do Equador - Parte 1
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RODA DE VIVÊNCIAS
Aprendizagem em Comunidade e em Família
http://www.rodadevivencias1.
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La vertu qui a nom humilité est enracinée au fond de la Deité. Eckhart
terça-feira, 17 de março de 2015
[romanticoscandangos] E se os alunos pudessem projetar a sua escola
Divulgando...
http://rescola.com.br/e_se_os_ alunos_pudessem_projetar_a_ escola/
O estudo do conteúdo acadêmico tradicional ocorreu durante as manhãs das primeiras quinze semanas do semestre (de um total de 18). A divisão desse conteúdo se deu de uma forma muito menos fragmentada do que nas escolas tradicionais. Os estudantes consideraram que há duas formas básicas de abordagem do conhecimento: Ciência e Arte. Basicamente, uma “Ciência” é algo sobre o qual você questiona, enquanto uma “Arte” é algo que você pratica. Dessa forma, na primeira metade do semestre eles estudaram Ciências Naturais (tradicionalmente, química e biologia) e Ciências Sociais (história, geografia, sociologia), e, na segunda metade, Artes Literárias (inglês, literatura, dramaturgia) e Artes Matemáticas (!).
Em paralelo ao estudo de conteúdo acadêmico, as primeiras quinze semanas do semestre também foram dedicadas às Empreitadas Pessoais. Ao contrário das questões que eram exploradas durante uma semana, a Empreitada Pessoal, à qual os estudantes se dedicavam durante a tarde, era um projeto de longo prazo, a ser concluído no final do semestre. Os estudantes eram completamente livres para definir qualquer projeto, como, por exemplo, escrever um romance, construir um barco, fazer um filme ou realizar um experimento científico mais complexo. A única exigência é que a empreitada escolhida deveria ser algo que realmente lhes entusiasmasse.
Por fim, nas últimas três semanas do semestre, o grupo trabalhava durante todas as manhãs e tardes em uma Empreitada Coletiva. A ideia era que o grupo explorasse qualquer problema da comunidade ou do mundo e oferecesse uma solução para ele. A turma do semestre piloto elegeu a “Educação” como tema e decidiu realizar um documentário que discutia alguns problemas do atual sistema educacional e oferecia a experiência do Projeto Independente como uma possível solução.
http://rescola.com.br/e_se_os_
A
insatisfação que Samuel Levin sentia em relação à escola, e que via
refletida na maioria dos seus colegas, era derivada de algo nada incomum
nas salas de aula: desinteresse pelos objetos de estudo e,
consequentemente, um aprendizado cheio de falhas e inconsistências.
Motivado
por isso, e pela provocação de sua mãe, o garoto procurou a direção da
escola com um projeto ambicioso. Segundo suas próprias palavras:
“[A] intenção era projetar uma escola na qual os estudantes estivessem completamente engajados e apaixonados pelo que estivessem aprendendo, tivessem a experiência de verdadeiramente obter maestria sobre algo, ou desenvolver expertise em algo, e onde estivessem aprendendo a aprender.”
O
ingrediente principal para atingir esse objetivo seria a apropriação,
pelos estudantes, do controle do seu próprio processo de aprendizado.
A
direção da escola, talvez para a surpresa de Sam, acolheu a ideia e
autorizou o desenvolvimento de um projeto piloto, durante um semestre. O
grupo inicial tinha 8 alunos, dos 3 últimos anos de High School
(equivalentes ao 1º, 2º e 3º ano do ensino médio no Brasil). O
desempenho escolar prévio não foi levado em conta no processo de
admissão. Assim, o grupo tinha desde alunos que tiravam nota máxima na
maioria das matérias, até outros que obtinham notas bastante ruins.
O Programa
O
“Projeto Independente” começou com uma primeira semana de
“descompressão”, com atividades que tinham por objetivo desmontar as
estruturas mentais e pré-concepções que os estudantes, naturalmente,
formaram após mais de dez anos de ensino tradicional e prepará-los para a
liberdade e responsabilidade de assumir o comando do seu próprio
processo educacional.
Após esse período inicial, os alunos dividiram seu tempo na direção de três objetivos:
- O estudo de conteúdo acadêmico;
- Uma “Empreitada Pessoal” de longo prazo, e;
- Uma “Empreitada Coletiva”.
Conteúdo Acadêmico
O estudo do conteúdo acadêmico tradicional ocorreu durante as manhãs das primeiras quinze semanas do semestre (de um total de 18). A divisão desse conteúdo se deu de uma forma muito menos fragmentada do que nas escolas tradicionais. Os estudantes consideraram que há duas formas básicas de abordagem do conhecimento: Ciência e Arte. Basicamente, uma “Ciência” é algo sobre o qual você questiona, enquanto uma “Arte” é algo que você pratica. Dessa forma, na primeira metade do semestre eles estudaram Ciências Naturais (tradicionalmente, química e biologia) e Ciências Sociais (história, geografia, sociologia), e, na segunda metade, Artes Literárias (inglês, literatura, dramaturgia) e Artes Matemáticas (!).
O
processo de estudo foi o mesmo durante todo o período. Nas
segundas-feiras, cada estudante escolhia uma questão sobre o assunto da
semana. Segundo Peter Boyce, um dos estudantes do grupo piloto, “O
mais importante sobre essa pergunta é que você realmente precisa querer
saber a resposta. Se a pergunta é sua, descobrir a resposta vai fazer
você se sentir ótimo.”. Então, cada estudante deveria
pesquisar durante as manhãs dos dias seguintes, da forma que preferisse:
pesquisa em livros ou na Internet, conversa com professores ou experts
ou através de experimentação direta. Finalmente, eles deviam apresentar o
resultado para o grupo na sexta-feira para, ao mesmo tempo, prestar
contas do que aprenderam e ensinar aos demais. “Meu
objetivo em cada apresentação é ser o mais cativante possível e tornar o
meu interesse pelo assunto o mais contagiante possível – tentar fazer
todo mundo se interessar”, explica Peter.
Empreitada Pessoal
Em paralelo ao estudo de conteúdo acadêmico, as primeiras quinze semanas do semestre também foram dedicadas às Empreitadas Pessoais. Ao contrário das questões que eram exploradas durante uma semana, a Empreitada Pessoal, à qual os estudantes se dedicavam durante a tarde, era um projeto de longo prazo, a ser concluído no final do semestre. Os estudantes eram completamente livres para definir qualquer projeto, como, por exemplo, escrever um romance, construir um barco, fazer um filme ou realizar um experimento científico mais complexo. A única exigência é que a empreitada escolhida deveria ser algo que realmente lhes entusiasmasse.
Os
estudantes também eram livres para planejar a agenda e a execução do
projeto, mas haviam reuniões periódicas onde todos reportavam seu
progresso e discutiam suas dificuldades. A maioria deles afirma que essa
pressão do grupo é muito mais forte e mais eficiente do que a pressão
que recebiam para entregar os trabalhos tradicionais da escola, em troca
de notas, e que isso fazia com que sua dedicação ao objeto de estudo
fosse muito maior.
Ao
final das quinze semanas, os estudantes deveriam fazer duas
apresentações finais sobre suas Empreitadas Pessoais. A primeira era
para o grupo, que fazia fortes críticas e sugestões de melhorias. Após o
refinamento final, baseado nesse feedback dos colegas, havia uma outra
apresentação para um público externo, de aproximadamente oitenta
pessoas, geralmente formado pelos demais alunos e professores da escola.
Segundo Sam Levin, “A
natureza pública, performática e celebratória da noite servia como uma
barra para elevar a qualidade das empreitadas a um patamar mais alto do
que elas teriam chegado de outra maneira, e proporcionar um contexto
para dar forma a algumas das empreitadas mais abstratas. Por exemplo, o
estudante cuja empreitada era escrever uma novela tinha um objetivo
muito claro: escrever uma novela. Entretanto, o estudante cuja
empreitada era aprender culinária poderia perder foco e direção, se não
tivesse que trabalhar em direção à apresentação final, que era preparar
uma refeição para oitenta pessoas.”
Empreitada Coletiva
Por fim, nas últimas três semanas do semestre, o grupo trabalhava durante todas as manhãs e tardes em uma Empreitada Coletiva. A ideia era que o grupo explorasse qualquer problema da comunidade ou do mundo e oferecesse uma solução para ele. A turma do semestre piloto elegeu a “Educação” como tema e decidiu realizar um documentário que discutia alguns problemas do atual sistema educacional e oferecia a experiência do Projeto Independente como uma possível solução.
Os resultados
Segundo
os participantes do Projeto Independente, o resultado foi excelente.
Após concluírem a High School, muitos foram aceitos em algumas das mais
concorridas universidades americanas, além de terem recebido contato de
mais de 80 escolas dos Estados Unidos e de outros países, interessadas
em replicar o projeto.
Mas,
certamente, os benefícios mais profundos foram as habilidades que os
estudantes conquistaram e cultivaram durante o projeto. Em um paper que descreve a experiência e seus resultados, Sam Levin diz que:
“Os estudantes aprenderam como conduzir pesquisas e utilizar o método científico, como pensar matematicamente, como ler e discutir literatura, e como escrever em resposta ao que leram. Eles aprenderam como organizar seu tempo e estruturar sua jornada de trabalho, e como refletir sobre e monitorar seu próprio trabalho. Eles também adquiriram maestria sobre algo e, ao fazer isso, aprenderam como dominar um assunto. Eles aprenderam como comunicar seu pensamento e como criticar e instigar seus colegas. Finalmente, os estudantes aprenderam a aprender, aprenderam a ensinar e aprenderam a trabalhar.”
quarta-feira, 4 de março de 2015
Saúde da População Negra por Paulo Dantas
Divulgando...
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Posted: 02 Mar 2015 05:30 AM PST
Palestra
|
|
Posted: 02 Mar 2015 04:49 AM PST
Os(as) candidatos(as) devem ter entre 18 a 26 anos, ser ativistas e/ou fazer parte de um das populações-chave e ter disponibilidade de tempo para realizar todas as atividades propostas pelo curso. Inscrições: até o dia 8 de março Para Saber Mais: Acesse o edital |
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As Chaves de Mardum
Divulgando...
Prezados Professores,
Não percam a estreia da série” As Chaves de Mardum” voltada para o público infantil e aborda, de maneira lúdica, o aprendizado da Matemática nos anos iniciais, com conteúdos extras em uma plataforma online e jogos digitais e material de apoio ao professor.
Acesse: http://tvescola.mec.gov.br/ tve/video?idItem=7973& showTrailer=true
Atenciosamente,
Equipe Portal do Professor
Prezados Professores,
Não percam a estreia da série” As Chaves de Mardum” voltada para o público infantil e aborda, de maneira lúdica, o aprendizado da Matemática nos anos iniciais, com conteúdos extras em uma plataforma online e jogos digitais e material de apoio ao professor.
Acesse: http://tvescola.mec.gov.br/
Atenciosamente,
Equipe Portal do Professor
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
DIA MUNDIAL DO ABRAÇO Rodoviaria de Brasilia
Divulgando...
CAPOTERAPIA BUSCANDO RECORDE EM QUALIDADE DE VIDA
A Associação de Capoeira Ladainha e a Associação Brasileira de Capoterapia através do Mestre Gilvan está convocando toda comunidade para participar do ato público no dia 22 de maio às 8:30h na Rodociaria de Brasilia DIA MUNDIAL DO ABRAÇO.
Como não poderia deixar de ser, esse dia é o mais especial pra nós da CAPOTERAPIA, pois a TERAPIA DO ABRAÇO é umas das ou a melhor e mais aceita de nossas terapias, após recebê-la, as pessoas saem encantadas e com uma visão diferente de como encarar os fatos do dia a dia.
Durante 18 anos a CAPOTERAPIA vem atuando sobre esse tema, onde já concentramos milhares de pessoas em consagrados eventos, porém sempre em um público fixo, isto é, em escolas, ginásios, teatros... Nosso intuito é de praticar a TERAPIA DO ABRAÇO em um público flutuante e será ali nova Feira do artesanato onde estabeleceremos nosso RECORDE, levaremos 300 idosos de 50 ou mais de 60 anos onde são praticantes da CAPOTERAPIA e serão eles que irão oferecer um abraço a todos que ali passarem e nesse abraço recebido será dito algumas palavras sobre o benefício daquele ato, sobre a importância do calor humano.
Pretendemos conscientizar e mobilizar o maior número possível de pessoas e esclarecer que um abraço transmite um sentimento que muitas vezes muitas palavras não conseguem expressar que é sem dúvida um remédio milagroso que pode salvar vidas...
VOCÊ JÁ ABRAÇOU SEU FILHO HOJE?
VOCÊ TEM UM MINUTO PARA UM ABRAÇO?
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOTERAPIA
E INSTITUTO LADAINHA
PROGRAMA VIDA SAUDAVEL
MINISTERIO DO ESPORTE
Informações:
(61) 3475-2511/2160 ou 9962-2511 Mestre Gilvan
capoterapiabrasil@gmail.com www.capoterapia.com.br www.capoterapiaweb.com
CAPOTERAPIA BUSCANDO RECORDE EM QUALIDADE DE VIDA
A Associação de Capoeira Ladainha e a Associação Brasileira de Capoterapia através do Mestre Gilvan está convocando toda comunidade para participar do ato público no dia 22 de maio às 8:30h na Rodociaria de Brasilia DIA MUNDIAL DO ABRAÇO.
Como não poderia deixar de ser, esse dia é o mais especial pra nós da CAPOTERAPIA, pois a TERAPIA DO ABRAÇO é umas das ou a melhor e mais aceita de nossas terapias, após recebê-la, as pessoas saem encantadas e com uma visão diferente de como encarar os fatos do dia a dia.
Durante 18 anos a CAPOTERAPIA vem atuando sobre esse tema, onde já concentramos milhares de pessoas em consagrados eventos, porém sempre em um público fixo, isto é, em escolas, ginásios, teatros... Nosso intuito é de praticar a TERAPIA DO ABRAÇO em um público flutuante e será ali nova Feira do artesanato onde estabeleceremos nosso RECORDE, levaremos 300 idosos de 50 ou mais de 60 anos onde são praticantes da CAPOTERAPIA e serão eles que irão oferecer um abraço a todos que ali passarem e nesse abraço recebido será dito algumas palavras sobre o benefício daquele ato, sobre a importância do calor humano.
Pretendemos conscientizar e mobilizar o maior número possível de pessoas e esclarecer que um abraço transmite um sentimento que muitas vezes muitas palavras não conseguem expressar que é sem dúvida um remédio milagroso que pode salvar vidas...
VOCÊ JÁ ABRAÇOU SEU FILHO HOJE?
VOCÊ TEM UM MINUTO PARA UM ABRAÇO?
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CAPOTERAPIA
E INSTITUTO LADAINHA
PROGRAMA VIDA SAUDAVEL
MINISTERIO DO ESPORTE
Informações:
capoterapiabrasil@gmail.com www.capoterapia.com.br www.capoterapiaweb.com
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Educação ambiental: onde falhamos?
Divulgando...
Educação ambiental: onde falhamos?
por Rosangela Correa - quinta, 27 novembro 2014, 09:22
| |
Educação ambiental: onde falhamos?
Basta observar o comportamento de banhistas em uma praia
qualquer para perceber quão longe estamos de ter consciência sobre o
respeito aos outros e ao meio que nos abriga. Nem mesmo locais 'classe
A' escapam das condutas inadequadas.
Por: Vera Rita da Costa
Publicado em 26/11/2014
|
Atualizado em 26/11/2014
Até na praia do Tombo, no Guarujá (SP), uma das poucas do
país que obtiveram a certificação de qualidade do Programa Bandeira
Azul, impera a falta de cuidado com o lixo. (foto: Vera Rita da Costa)
Já contamos com mais de 30 anos de trabalhos dedicados à educação
ambiental em nosso país, se não direta e formalmente, por meio da
escola, pelo menos de modo informal e por outros canais. Mas, basta
passar um domingo de sol na praia ou em um parque, para nos
questionarmos sobre onde se encontra, na prática, a nossa educação
ambiental.
Fiz isso há algumas semanas e fiquei chocada. As cenas presenciadas no final do dia na praia do Tombo, no Guarujá (SP), eram de fazer cair o queixo de qualquer observador atento. Havia lixo espalhado por todos os lados, embora existissem no local lixeiras e garis. Estes últimos, aliás, tentando em vão dar conta daquilo que as pessoas, totalmente indiferentes e displicentes aos apelos distribuídos pelo local, lançavam em seu entorno. As cenas que vi não diferiam muito do retrato traçado na campanha 'Povo desenvolvido, povo limpo', uma das primeiras ações de educação ambiental promovidas no Brasil, ainda na década de 1970. Recordavam em muito até um de seus episódios, em que Sujismundo, o personagem central da campanha, e sua família iam, justamente, à praia. Assista ao episódio de Sujismundo:https://www.youtube.com/watch?v=1DRyjH3ospgA praia do Tombo a que me refiro é considerada 'classe A', uma das poucas de nosso país que obtiveram a certificação do Programa Bandeira Azul, uma iniciativa da Foundation for Environmental Education (Fundação para Educação Ambiental), organização não governamental criada na Inglaterra e com sede atual na Dinamarca. A classificação A foi obtida em 2011 e recentemente renovada para o próximo ano. São, portanto, cinco anos consecutivos de certificação obtidos pela Prefeitura do município do Guarujá para essa bela praia, em um trabalho ambiental que merece ser aplaudido, mas que também vale reflexão. O próprio fato de termos no Brasil tão poucas praias certificadas por esse programa já serve de alerta. Ao lado da praia do Tombo só se encontram na lista de certificações de 2014 do Programa Bandeira Azul Brasil, a Prainha, no Rio de Janeiro, e duas marinas, uma em Angra dos Reis (RJ) e outra também no Guarujá (SP). Em outros países, no entanto, esse número pode chegar a centenas. Portugal, por exemplo, teve para o mesmo período (2014) 298 praias e 17 marinas certificadas. Bandeira azulQue inveja boa! Seria ótimo se nos igualássemos a Portugal nesse quesito. Afinal, obter a certificação do Programa Bandeira Azul não é simples. É preciso cumprir uma série de critérios que envolvem, por exemplo, a garantia da qualidade da água, o monitoramento do ambiente costeiro, a manutenção da segurança dos banhistas e demais usuários do local, o apoio a portadores de necessidades especiais, a disponibilidade de água potável e instalações sanitárias em número e condições adequadas, além de fiscalização permanente de condutas e regras no local.
Nas praias certificadas pelo Programa Bandeira
Azul, deve haver o mínimo desejável em qualquer praia urbana e pública:
monitores ambientais, guarda-vidas, policiais, fiscais, entre outros
quesitos básicos e essenciais
Em outras palavras, nas praias certificadas pelo Programa Bandeira
Azul, deve haver o mínimo desejável em qualquer praia urbana e pública:
monitores ambientais, guarda-vidas, policiais, fiscais, equipamentos e
pessoal treinado para apoio a pessoas com necessidades especiais, além
de bebedouros, chuveiros e banheiros que funcionem e sejam limpos, entre
outros quesitos básicos e essenciais.Nas praias 'bandeira azul', deve haver fiscalização permanente, não sendo permitido levar cães na areia, praticar esportes coletivos em meio às outras pessoas ou ouvir som alto - condutas que possam prejudicar ou incomodar outras pessoas. Como pude observar no domingo que passei na praia do Tombo, no entanto, nem tudo é perfeito. Os recursos podem estar disponíveis, mas falta para a maioria dos frequentadores a tal consciência ambiental. Triste realidadeHavia lixeiras, mas nem todas as pessoas levavam seu lixo até elas. Havia chuveiros, mas nem todos os fechavam depois de usados, e muitos os usavam sem qualquer parcimônia (apesar da escassez de água), para lavar pranchas de surf ou cadeiras de praia, por exemplo. E isso porque estou me restringindo a dar apenas dois exemplos, aqueles que considero mais emblemáticos, dois dos temas mais batidos em termos de educação ambiental no país: a necessidade de dispor corretamente o próprio lixo e de se economizar e fazer bom uso da água.
Na escola, sobretudo na educação infantil e no ensino fundamental, há uma verdadeira overdose de conteúdos abordando as questões da água e do lixo
Afinal, quem ainda não ouviu falar sobre isso? Na escola, sobretudo
na educação infantil e no ensino fundamental, há uma verdadeira overdose
de conteúdos abordando as questões da água e do lixo. Na TV, assim como
na mídia em geral, esses também são os temas mais lembrados quando se
trata de educação ambiental.Não se trata, portanto, de falta de informação. Fala-se de cuidar do ambiente desde os idos tempos de Sujismundo. Já era hora, portanto, de termos uma geração (ou mais) de pessoas que realmente praticassem esses preceitos básicos da educação ambiental. Mas não é o que se constata em muitos lugares públicos, como a praia. Apenas engatinhandoNesses locais, o que se percebe é muito diferente do desejável. Verifica-se que há uma distância significativa e muito perceptível entre possuir informações e agir realmente de acordo com elas ou, entre saber, em teoria, e colocar em uso, na prática. Em outros termos, torna-se patente também que, em relação às atitudes desejadas ou à nossa real educação ambiental, estamos apenas engatinhando.Procuro mas não encontro na literatura acadêmica explicações para esse fenômeno. Por sinal, acho admirável conseguir localizar tantos artigos acadêmicos enaltecendo a educação ambiental e discutindo seus avanços, mas nenhum que a critique ou discuta a lentidão e a baixa eficácia em sua efetivação real ou na obtenção factual de mudança de atitudes. Será que estou delirando? Estou sendo exageradamente crítica e pessimista?
Ela destacou, também, o desconhecimento que muitos professores têm dessa 'outra realidade' ou dessas outras 'forças culturais' que alimentam as escolhas e decisões dos jovens no campo da sexualidade e alertou para a ilusão de se pensar que apenas com informação e prescrições comportamentais oferecidas na escola se conseguirá a mudança de comportamentos e a prevenção desejável. Visão e ação em contextoPara que a educação sexual seja realmente eficaz, considera Meinardi, há muito mais trabalho a ser feito. Trabalho que, segundo a pesquisadora, depende de visão e ação em contexto. Ou seja, que envolva múltiplos setores e esferas culturais e em uma perspectiva que leve em conta, respeite e dialogue também com as diferentes visões e conhecimentos que se apresentam na sociedade. Nem sempre nos damos conta disso - alertou a pesquisadora -, mas, principalmente nas grandes cidades, estamos vivendo em sociedades cada vez mais multiculturais, nas quais diferentes visões de mundo, valores e crenças, entre outras 'forças culturais', também atuam para educar os indivíduos.Com sua fala sobre educação sexual nas escolas, Meinardi me fez refletir sobre o quanto é pretensiosa a instituição escolar em achar que sozinha poderá dar conta de educar sexualmente os jovens, desprezando a poderosa influência que outras instâncias e instituições culturais, como família e o grupo de convívio próximo, têm sobre o comportamento das pessoas. E agora, ao buscar relacionar essas ideias com a experiência de um fim de semana na praia, me faz pensar que o mesmo pode se aplicar à educação ambiental.
Será que não estamos superestimando o papel da
escola e das informações gerais, depositando nelas uma enorme
expectativa de mudança de comportamento?
Será que não estamos superestimando o papel da escola e das
informações gerais, depositando nelas uma enorme expectativa de mudança
de comportamento, e subestimando o papel que outras instâncias e forças
culturais têm sobre a educação ambiental?Se de fato isso estiver acontecendo, nossas estratégias deveriam mudar. Deveríamos, nesse caso, ampliar em muito o leque das ações em educação ambiental, de forma a fazer com que as condutas desejadas se tornassem mais entranhadas em nossa cultura, via outros caminhos e métodos que não apenas a escola e algumas de suas prescrições tradicionais. Sem abandonar o que tem sido feito de bom na escola, talvez seja necessário ampliar espaços e metodologias, dando menos peso à teoria (informação e prescrições do que deve ser feito) e valorizando mais a prática (atitudes ou aquilo que de fato se faz). Talvez, assim, a educação ambiental chegue realmente às praias. Vera Rita da Costa Ciência Hoje/ SP http://cienciahoje.uol.com.br/alo-professor/intervalo/2014/11/educacao-ambiental-onde-falhamos |
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Convite especial: Formação Mediação Social
Divulgando...
NADER CEDIV
Estimados/as coordenadores/as,

Saudações!
É
com muita satisfação que informamos que a CEDIV estabeleceu uma
parceria com Núcleo de Estudos para Paz - NEP do Centro de Estudos
Avançados Multidisciplinares CEAM-Unb, por intermédio de Flávia Beleza,
para o ano letivo de 2015. O objetivo da parceria, é trabalhar de forma
mais aprofundada as temáticas de gênero, sexualidade, étnico-racial e
outras no Projeto Educar em Paz, uma vez que diuturnamente são
temáticas que originam conflitos no âmbito escolar e qualificar nossa
prática no tocante a mediação de conflitos.
O Projeto Estudar em Paz vem sendo desenvolvido há 7 anos nas escolas da SEDF, neste ano de 2014 foi realizado na EC 22 do Gama.
Convidamos vocês a participarem da Formação de Mediação Social que ocorrerá nos dias:
09/12/14 - 3ª feira
10/12/14 - 4ª feira
15/12/14 - 2ª feira
16/12/14 - 3ª feira
17/12/14 - 4ª feira
Horário: 9h às 12h ( iniciaremos pontualmente no horário previsto)
Local: Auditório do 13º andar
Endereço: SBN Quadra 02 Edifício Phenícia - 13º andar
Segue em anexo o conteúdo programático.
Nos
colocamos à disposição para maiores esclarecimentos por meio do contato
telefõnico 3901-3192, com o/a professor/a Renata Parreira ou Swai
Roger.
Ressaltamos que a nossa reunião do dia 11/12/14 ocorrerá conforme agendada.
Por favor confirmem presença.
Cordialmente,
Renata Parreira.
Núcleo de Atendimento à Diversidade Étnico-Racial
Coordenação de Educação em Diversidade
Subsecretaria de Educação Básica
Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal
(61) 3901- 4424/3901- 3192
Acesse nossos Blog: diversidadeeducadf. blogspot.com
Não se pode separar paz de liberdade porque ninguém consegue estar em paz a menos que tenha sua liberdade.Malcolm X
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